terça-feira, 29 de outubro de 2013

Formação do Território Brasileiro


Formação do território brasileiro

Os contornos do nosso país, tal como o vemos hoje em um mapa, não foram sempre os mesmos. Observe: 

Para melhor ocupar sua colônia sul-americana, o governo português resolveu dividi-la em grandes faixas de terra, que foram chamadas de capitanias.

 Nessa época, as capitanias tinham contornos bem diferentes dos iniciais e o território brasileiro já possuía um traçado próximo do atual.

Em  1821, as capitanias passaram a se chamar províncias e, em 1889, estados, nome que conservam até os dias atuais.

Os limites territoriais do Brasil, definidos em 1904, valem ainda hoje. A divisão dos estados, porém, sofreu mudanças.
Fonte: Adaptado de Manoel Maurício de Albuquerque e outros. Atlas histórico escolar. Rio de Janeiro, FAE, 1986. p.16 e 30.
Os mapas mostram o território brasileiro em cinco momentos diferentes ao longo do seu processo de formação, que duraram quatro séculos. Isso significa que, em diversas ocasiões, o Brasil  incorporou e também perdeu terras e os limites de seu território variaram.
Ao compararmos o território do Brasil no século XVI com o atual poderemos perceber que o território aumentou. O território brasileiro não se formou de uma hora para outra.
Foi um processo longo. Dele fazem parte à lenta ocupação do território pelos portugueses, as lutas entre eles e os povos nativos, a disputa pela terra com invasores e  a busca de riquezas.

Periodos da História

Divisões/Períodos da história

Dividindo a história

O período que vai do aparecimento dos seres humanos na Terra até o desenvolvimento da escrita, cerca de 3.500 anos a.C., é chamado por muitos historiadores de pré-história.
A denominação pré-história começou a ser utilizada no século XIX. Nessa época, acreditava-se que só era possível recuperar a história de qualquer sociedade se ela dominasse a escrita.
O registro escrito era, então, considerado a única fonte confiável das experiências humanas. A tradição oral, as pinturas, os objetos de uso cotidiano, por exemplo, representavam fontes secundárias e pouco confiáveis.
Assim, a escrita passou a ser o marco divisório entre sociedades históricas (que dominavam a escrita) e pré-históricas (que não dominavam a escrita).

Pré-história ou História dos povos pré-letrados

O termo Pré-história foi criado em 1851 e pretendia designar o período da vida da espécie humana anterior à invenção da escrita. A história seria estudada, portanto, a partir do momento em que surgiram os primeiros documentos escritos. Essa idéia  é hoje muito criticada, afinal, os humanos que não sabiam escrever também têm história. Eles viviam, comiam, faziam objetos, se comunicavam. Como já sabemos, não é preciso o documento escrito para a pesquisa histórica. A cultura material também é fonte importante para o trabalho do historiador.
Pelos desenhos deixados  nas cavernas – as chamadas pinturas rupestres – o historiador pode obter indícios do que aqueles homens faziam, como pensavam, enfim, como eles viam o seu mundo. Pelos vestígios de utensílios, de ferramentas, o historiador pode saber como essas pessoas comiam, de que forma caçavam os animais, se faziam fogueiras, etc. Por isso, muitos estudiosos, hoje em dia, preferem chamar a Pré-História de História dos povos pré-letrados ou povos ágrafos, isto é, História dos povos que não sabiam escrever.
        
Divisão dos períodos da Pré-História
            A história dos povos pré-letrados é usualmente dividida em três períodos:
  • Paleolítico ou Período da Pedra Lascada: se estendeu da origem do homem até aproximadamente 10.000 a.C., isto é, por cerca de três milhões de anos. A sociedade paleolítica caracterizou-se pela busca de subsistência, ou seja, o homem procurava tudo o que era necessário para sustentar a vida por meio da caça, da pesca, da coleta de frutos, sementes e raízes, e da confecção e utilização de objetos de pedra lascada, ossos e dentes de animais. Por isso, o Período Paleolítico é também chamado de Idade da Pedra Lascada.
Nessas sociedades, os homens e as mulheres viviam em bandos, dividindo o espaço e as tarefas. Para se protegerem do frio, da chuva, e dos animais ferozes, buscavam abrigo nas cavernas ou reentrâncias de rochas, daí a denominação "homens das cavernas".
Alguns estudiosos acreditam que eles tenham também construído tendas de pele ou cabanas. Uma conquista fundamental do homem paleolítico ocorreu há cerca de 500 mil anos: o uso do fogo.
É possível que, a princípio, o fogo tenha sido obtido pela queda de raios. Mas, com o tempo,  eles aprenderam a obter o fogo por meio do atrito de pedra ou de pedaços de madeira. Sem dúvida, o fogo foi muito útil para essas pessoas: protegia contra o frio; aquecia os alimentos e ajudava a espantar os animais.

As marcas da presença humana do Período Paleolítico podem ser vistas até hoje em pinturas rupestres encontradas em cavernas como as de Altamira (Espanha), de Lascaux (França) e do município de São Raimundo Nonato, no Piauí (Brasil), entre vários outros lugares, nos quais esses seres humanos desenhavam cenas de seu cotidiano. Além dessas pinturas, eles produziam algumas peças de artesanato bastante rudimentares. Vestiam-se de peles e couros de animais que conseguiam abater com suas armas rudimentares.
  • Neolítico ou Período da Pedra Polida: teve início em mais ou menos 10.000 a.C. e se prolongou até mais ou menos 5.000 a.C. No Período Neolítico, os humanos aprenderam a domesticar os animais e a praticar a agricultura, isto é, a cultivar os alimentos. Além disso, nesse período, eles passaram a dominar a técnica de polir a pedra para a fabricação de instrumentos. Por isso, esse período é conhecido também como a Idade da Pedra Polida.
      
Essas transformações mudaram a forma de viver desses grupos humanos. Eles já não precisavam mais mudar-se constantemente para encontrar comida e foram se tornando sedentários, isto é, ficavam um longo tempo em um mesmo lugar esperando a hora de colher os vegetais que haviam plantado. Enquanto esperavam, dedicavam-se a outras atividades como a construção de casas, o trabalho com o barro e a argila, a fabricação de cestos e tecidos e também de ferramentas.

 
  • Idade dos Metais: iniciada em mais ou menos 5.000 a.C. e encerrada por volta de 4.000 a.C., com a descoberta da técnica para a fabricação de diversos utensílios com metais. O cobre foi o primeiro metal usado pelo ser humano que, mais tarde, aprendeu a misturá-lo ao estanho para, assim, obter o bronze, que era mais resistente. Mais tarde, aprendeu-se a lidar com ferro. 
Durante esse período, as pequenas aldeias de agricultores transformaram-se em núcleos urbanos, submetidas à autoridade política de um chefe. As primeiras cidades nasceram no Oriente Médio. Biblos, no atual Líbano, é considerada a cidade mais antiga do mundo. Há quase 7.000 anos, surgiu uma das primeiras cidades – Çatal Hüyük, no centro-sul da Turquia. Essa cidade foi habitada por mais de 700 anos e lá eram cultivados trigo, cevada, ervilha.
Os estudos indicam que provavelmente seus habitantes produziam também um tipo especial de cerveja. Apesar da caça ser uma atividade importante, os seus moradores também criavam ovelhas e gado para alimentação e vestimentas. Além disso, em Çatal Hüyük, o artesanato e a fabricação de jóias eram bem desenvolvidos.

                                  

O Descobrimento





Do Descobrimento até as Guerras Guaraníticas

Toda essa história começou por que os europeus almejavam chegar às índias...
 

Eles estavam em busca de pedras preciosas, ouro e especiarias....
Em 1500  sai de Portugal a esquadra de Pedro Álvares Cabral com destino à Índia.
 
                                                 Mas eles erraram  o caminho...



Então Cabral avista o que é hoje o litoral brasileiro


Isso ocorreu no século XV mais precisamente em 22 de Abril de 1500




E ao avistarem aquele monte de  terras, os portugueses logo gritaram 'TERRA A VISTA"
E a esse monte de terras foi dado o nome de MONTE PASCOAL,já que era o oitavo dia da Páscoa.






Após perceber a existência de uma faixa de terra Cabral a chamou de Terra de Vera Cruz






Cabral e suas 13 caravelas aportam, foram recebidos pelos habitantes da terra, onde trocaram presentes



A bordo de suas caravelas novamente, subiram para um lugar mais protegido, foram parar na Praia da Coroa Vermelha, em Porto Seguro, no litoral sul da Bahia.

Pintura de Victor Meirelles (1861)
Foi exatamente ali que foi celebrada a primeira missa em solo brasileiro, no dia 26 de abril,um domingo de Páscoa,em uma carta para o rei de Portugal, D. Manuel, depois 47 dias navegando pelo oceano Atlântico, ao chegarem na praia da Coroa Vermelha, dois carpinteiros fizeram uma cruz e a colocaram na areia. A missa foi celebrada pelo Frei Henrique com mais alguns clérigos. Foram convocados mil homens, entre eles duzentos índios que acompanhavam atentamente ao que acontecia.Os índios seguiam os mesmos gestos dos portugueses, se eles levantavam, eles também levantavam, se eles ajoelhavam, eles também ajoelhavam. 
                                    Segundo narra o escrivão Pero Vaz Caminha



Anos depois o nome Terra Brasilis  foi substituído em definitivo  do Brasil devido a grande quantidade de Pau- Brasil encontrado do litoral.



Durante muitos anos os portugueses somente exploram a terra, retirando o pau-brasil

A partir de 1530 a Coroa Portuguesa resolveu  colonizar o Brasil  e para isso dividiu o territorio  em fatias. Que chamaram de Capitanias Hereditarias  isso aconteceu em 1534.


Alguns anos depois....
No ano de 1549, chegaram os primeiros padres jesuítas que auxiliaram na construção da cidade de Salvador na Bahia e na construção de muitas escolas espalhadas pelo Brasil.
E quem eram os jesuítas?
Os jesuítas eram padres da Igreja Católica que faziam parte da Companhia de Jesus.
Esta ordem religiosa foi fundada em 1534 por Inácio de Loiola.
Por que os jesuítas vieram?
Naquela época,  os europeus acreditavam  que a religião católica  era a única religião  certa!
E quais os objetivos dos padres jesuítas?
O objetivo desses padres era reunir  os índios em comunidades organizadas pelos sacerdotes e fazer  com que eles abandonassem os seus hábitos...
Os povos indígenas que habitavam as  terras do nosso território possuíam suas próprias crenças e hábitos, e todas eram muito diferentes dos hábitos europeus...
Alguns dos costumes indígenas escandalizaram os europeus....

Eles andavam nus,  e não sentiam vergonha...
Este hábito “estranho” foi retratado por diversos artistas...
 
O OLHAR ESTRANGEIRO SOBRE O BRASIL:  Albert Eckhout. Índia Tarairiu, óleo sobre tela (1641)
Outro costume  que chocou os europeus foi o canibalismo...
O canibalismo ou ritual antropofágico era realizado por alguns povos indígenas efazia parte dos rituais ligados, normalmente, às guerras ou as cerimônias religiosas.
Quando o canibalismo estava relacionado às guerras, os indígenas acreditavam que se ingerissem seus inimigos, vingariam a memória de seus antepassados mortos em guerras e que também, receberiam todas as qualidades, como a sabedoria, a força e a coragem do inimigo.
Os europeus, entretanto,  não aceitavam esses costumes e rituais e, por esta razão, catequizar os índios era fundamental!
Padre jesuíta Antônio Vieira

Desta forma, eles abandonariam seus próprios hábitos e adotariam os hábitos e costumes europeus.
Usariam roupas e não cometeriam  mais o canibalismo... Deixando de lado suas crenças e cultura !

Os padres jesuítas, então, deram início às construções que receberam o nome de:
 Missões ou Reduções Jesuíticas
As missões ou reduções jesuíticas eram aldeamentos indígenas e foram construídas pelos padres jesuítas e pelos índios nativos  do nosso território.
Eram grandes fortalezas e formavam verdadeiras cidades!
E como era a vida nestas missões?
Cada missão possuía uma estância, onde era criado o gado, e ervais, onde se coletava a erva-mate, plantavam batata – doce, feijão, aipim,  entre outros...
As terras para a lavoura eram de dois tipos:

Amambaé eram distribuídas pelo chefe indígena a cada família.
e
Tupambaépertencentes à comunidade.
Nestas, cada indígena  devia trabalhar dois dias por semana para pessoas que não podiam trabalhar na lavoura, como os padres.
No centro da missão estavam a praça e, em posição de destaque, a igreja.
Próximo a igreja, ficava o colégio, onde os meninos eram alfabetizados, aprendiam música e técnicas de agricultura.
As oficinas dos artesãos (tecelões, ferreiros, carpinteiros e escultores) e o cemitério também ficavam perto da igreja, assim como o hospital e os depósitos.
E as casas dos índios missioneiros eram em geral feitas de tijolos e telhas de barro e enfileiravam-se ao redor da praça.
Os jesuítas construíram suas primeiras reduções nas terras onde hoje fica o estado do Paraná e a região sudeste do Paraguai.
Estas reduções receberam o nome de  Missões do Guairá.
Essas missões, porém, eram constantemente atacadas pelos bandeirantes paulistas que tinham o objetivo de capturar índios e levá-los para trabalhar como escravos.


Domingos Jorge Velho, um dos bandeirantes paulistas.
Então, com os ataques constantes do bandeirantes em busca de “escravos”, os jesuítas fugiram da área do Guairá...

Os jesuítas então se estabeleceram nas terras do atual Rio Grande do Sul, à margem esquerda do rio Uruguai.
Então, em 1626, foi instalada a primeira missão na região do Rio Grande do Sul pelo padre espanhol Roque González.
Esta missão recebeu o nome de São Nicolau de Piratini
Porém os constantes ataques dos bandeirantes destruíram com as missões desta região...
E, em 1641 os jesuítas fugiram levando alguns indígenas para a outra margem do rio Uruguai, na atual Argentina.
Na fuga, os jesuítas deixaram para trás boa parte do gado que criavam, o gado abandonado, reproduziu-se e criou uma grande reserva que ficou conhecida como  Vacaria do Mar
Somente em 1682 os jesuítas voltaram às terras do RS e fundaram novos aldeamentos que ficaram conhecidos como os  Sete Povos das Missões
Os Sete Povos das Missões são:
  1. Santo Ângelo
  2. São Nicolau
  3. São Borja
  4. São Luiz Gonzaga
  5. São João Batista
  6. São Lourenço
  7. São Miguel Arcanjo
Os jesuítas viveram em paz nesta região até  o ano de 1750.
Neste ano, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Madri
O Tratado de Madri dizia que a área onde estavam os Sete Povos, que até então, e de acordo com o Tratado de Tordesilhas pertencia à Espanha...

Pertenceria agora, a Portugal!
Os jesuítas e indígenas aldeados deveriam sair imediatamente das terras!
Os jesuítas e os indígenas não aceitaram e recusaram-se a sair, e passaram a defender suas terras.
Este fato desencadeou as Guerras Guaraníticas.
As Guerras Guaraníticas deixaram um saldo de milhares de mortos, entre eles o lendário guerreiro guarani Sepé Tiaraju
Que ficou conhecido por sua bravura e seu brado heróico: “...esta terra tem dono!”

Monumento a Sepé Tiaraju, na cidade de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul.
Sepé Tiaraju foi um dos principais defensores dos aldeamentos jesuíticos.
Por fim, no ano de 1759 os padres jesuítas foram expulsos do Brasil o que pôs fim  os Sete Povos das Missões.





Tempo Historico


Tempo histórico

Assim como podemos contar o tempo através do tempo cronológico, usando relógios ou calendários, temos ainda outros tipos de tempo: o tempo geológico, que se refere às mudanças ocorridas na crosta terrestre, e o tempo histórico que está relacionado às mudanças nas sociedades humanas.
O tempo histórico tem como agentes os grupos humanos, os quais provocam as mudanças sociais, ao mesmo tempo em que são modificados por elas.
O tempo histórico revela e esclarece o processo pelo qual passou ou passa a realidade em estudo. Nos anos 60, por exemplo, em quase todo o Ocidente, a juventude viveu um período agitado, com mudanças, movimentos políticos e contestação aos governos. O rock, os hippies, os jovens revolucionários e , no Brasil, o Tropicalismo (Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, entre outros) e a Jovem Guarda (Roberto Carlos, Erasmo Carlos, entre tantos outros), foram experiências sociais e musicais que deram à década de 60 uma história peculiar e diferente dos anos 50 e dos anos 70.
Isto é o tempo histórico: traçamos um limite de tempo para estudar os seus acontecimentos característicos, levando em conta que, naquele momento escolhido, muitos seres humanos viveram, sonharam, trabalharam e agiram sobre a natureza e sobre as outras pessoas, de um jeito específico.
A história não é prisioneira do tempo cronológico. Às vezes, o historiador é obrigado a ir e voltar no tempo. Ele volta para compreender as origens de uma determinada situação estudada e segue adiante ao explicar os seus resultados.

A contagem do tempo histórico

O modo de medir e dividir o tempo varia de acordo com a crença, a cultura e os costumes de cada povo. Os cristãos, por exemplo,  datam a história da humanidade a partir do nascimento de Jesus Cristo. Esse tipo de calendário é utilizado por quase todos os povos do mundo, incluindo o Brasil.
O ponto de partida de cada povo ao escrever ou contar a sua história é o acontecimento que é considerado o mais importante.
O ano  de 2008, em nosso calendário, por exemplo, representa a soma dos anos que se passaram desde o nascimento de Jesus e não todo o tempo que transcorreu desde que o ser humano apareceu na Terra, há cerca de quatro milhões de anos.
Como podemos perceber, o nascimento de Jesus Cristo é o principal marco em nossa forma de registrar o tempo. Todos os anos e séculos antes do nascimento de Jesus são escritos com as letras a.C. e, dessa maneira, então 127 a.C., por exemplo, é igual a 127 anos antes do nascimento de Cristo.
Os anos e séculos que vieram após o nascimento de Jesus Cristo não são escritos com as letras d.C., bastando apenas escrever, por exemplo, no ano 127.
           
O uso do calendário facilita a vida das pessoas. Muitas vezes, contar um determinado acontecimento exige o uso de medidas de tempo tais como século, ano, mês, dia e até mesmo a hora em que o fato ocorreu. Algumas medidas de tempo muito utilizadas são:
  • milênio: período de 1.000 anos;
  • século: período de 100 anos;
  • década: período de 10 anos;
  • qüinqüênio: período de 5 anos;´
  • triênio: período de 3 anos;
  • biênio: período de 2 anos (por isso, falamos em bienal).

Entendendo as convenções para contagem de tempo

Para identificar um século a partir de uma data qualquer, podemos utilizar operações matemáticas simples. Observe.
  • Se o ano terminar em dois zeros, o século corresponderá ao (s) primeiro (s)algarismo (s) à esquerda desses zeros. Veja os exemplos:

                                   ano 800: século VIII
                                   ano 1700: século XVII
                                   ano 2000: século XX
  • Se o ano não terminar em dois zeros, desconsidere a unidade e a dezena, se houver, e adicione 1 ao restante do número, Veja:

                                   ano 5:               0+1= 1                       século I
                                   ano 80:             0+1= 1                       século I
                                   ano 324           3+1=4                         século IV
                                   ano 1830         18+1=19                     século XIX
                                   ano 1998         19+1=20                     século XX
                                   ano 2001         20+1=21                     século XXI